Carlos & Marta

Carlos & Marta Carlos & Marta

Status: Finished

Genre: Action and Adventure

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Mito, folclore nacional, magia, Psicocinesia, telepatia, curtam muita aventura com o casal Carlos & Marta, Certo mito desponta pra ganhar sua atenção, nas profundezas das geleiras é descoberto uma civilização que com suas experiencias genéticas esperavam chegar a imortalidade na formula perfeita transformando pessoas em repteis.

Summary

Mito, folclore nacional, magia, Psicocinesia, telepatia, curtam muita aventura com o casal Carlos & Marta,
Certo mito desponta pra ganhar sua atenção, nas profundezas das geleiras é descoberto uma civilização que com suas experiencias genéticas esperavam chegar a imortalidade na formula perfeita transformando pessoas em repteis.

Chapter1 (v.1) - Carlos & Marta

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Mito, folclore nacional, magia, Psicocinesia, telepatia, curtam muita aventura com o casal Carlos & Marta, Certo mito desponta pra ganhar sua atenção, nas profundezas das geleiras é descoberto uma civilização que com suas experiencias genéticas esperavam chegar a imortalidade na formula perfeita transformando pessoas em repteis.

Chapter Content - ver.1

Submitted: February 25, 2014

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Chapter Content - ver.1

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Vol. I - Cap. I/XXII - O Mito.

Carlos & Marta.

Em

O Mito

Círculo Polar Antártico

Península de Palmer

O Mito.

O mito desponta em meados de abril, ano desconhecido, e a nacionalidade dos habitantes não declarada;

Documentos encontrados indicavam caminho para o ocidente, hoje conhecida como Península Antártida Ocidental,

Secundo os historiadores neste século a região fora abalada por forte inverno com temperaturas próximas ou inferiores a - 90Cº negativos.

Tempos depois manuscritos encontrados citam expedicionários de Paleontologia liderados por cientista, e a eles fora delegada a missão de investigar documentos de precedência duvidosa,

Os documentos prometiam a descoberta científica do século na maior descoberta de fósseis pré-históricos, e provariam a origem da raça humana.

O grupo parte as cegas percorrendo grande distancia no ocidente, forte tempestade de neve os pega de supressa, após calmaria vagam por meses;

Desistindo da missão deparam-se na beira de um pequeno abismo, e abaixo de seus pés diante de olhos incrédulos,

Pasmo o grupo contempla quilômetros de construções revelando uma base militar de geração desconhecida,

Segundo os manuscritos os nossos conhecimentos atuais comparados àquela civilização extinta se limitariam a idade da pedra.

A base coberta por vasta camada de gelo, sinais de abandono por centenas de anos, e conservada intacta pelo gelo.

Tudo indicava que os moradores da base eram divididos em grupos e cobriam o cruzeiro do Sul,

Ao sul baterias antiaéreas; no leste, torre lança míssil, norte, usina nuclear, oeste, traços de construção de foguete espacial.

Ao por do sol disfarçado de iceberg imponente prédio luxuoso de vinte andares, arquitetura esplêndida e desconhecida;

No térreo amplo estacionamento, e no alto, luxuosa cobertura com vários heliportos e uma pista para pequenos aviões. 

20º ao 16º andar, alojava o deposito de equipamentos laboratoriais de alta precisão, representados ali por diversos continentes, e confirmados pelos selos de garantia;

Assim como registros de profissionais dos mais altos conceitos graduados nas mais diversas especialidades farmacêuticas e, biotecnologias avançadas;

Destacado nos manuscritos por especialistas de que quem habitou a base estava além do tempo atual.

15º ao 06º andar, protegido por vidros fume blindado escondia o coração do laboratório, acesso restrito por alta tecnologia, e uso exclusivo de cientistas e autoridades com mais de três estrelas;

5° ao 1° andar, provavelmente eram dormitórios de soldados e pequenas patentes.

Integrantes do grupo com olhares petrificados faziam planos de como receberiam a gloria pela descoberta a qual não durou mais que alguns minutos e calou-se após a comunicação aos seus superiores, e como consolo fora lhes concedido o direito de prosseguir com as escavações.

As escavações ganhavam rumo ao encontro das revelações aterrorizantes se materializando diante de olhos incrédulos e teimosos não querendo acreditar que a mente humana pudesse ser o próprio e verdadeiro inferno.

As supressas estavam guardadas a sete chaves, segredos de experiências realizadas nas escuridões das alas subterrâneas.

A cada subsolo dos três alcançados supressas aterrorizantes, mas nem perto do que veriam no terceiro subsolo onde grandes portas de aço se abriram diante dos seus olhos os deixando ver uma infinidade de envoltórios servindo de incubadoras;

Enquanto suas pernas se arrastavam para dentro, seus olhos seguiam os envoltórios divididos em grupos que se dividiam em experiências macabras descritas passo a passo suas origens e suas alternâncias subsequentes.

Ali também encontrado manuscrito com diversos documentos não datados propositalmente e escritos em diversas línguas;

Além de detalharem as experiências também relatavam certa discussão acirrada do coronel com o contra-almirante no comando das experiências;

O coronel negava-se a apoiar as experiências conduzidas pelo contra-almirante contrariando assim às normas rígidas da Mãe Pátria como eles se dirigiam ao seu país;

Concedido pela mãe pátria o poder de juiz ao contra-almirante, e o mesmo condenou ao fuzilamento o coronel em questão;

Como ultimo desejo o coronel condenado preferiu discursar aos presentes com frases objetivas e claras;

Cel. - Nego-me a esse pano sujo a cobrir meus olhos; ao contrario quero olhá-los nos olhos,

- Senhores, por favor, eu quero sim acreditar que escutaram minhas ultimas palavras em defesa da humanidade!

- Paranoias desumanas nos levam acreditar que somos Deus, e dotados de inteligência superior; mas não somos;

- Simples mortais mergulhados na insanidade deliramos que somos capazes de manipular a genética humana;

- Por favor, escutem a razão, não hoje e com certeza nunca seremos capazes se quer de entender o celebro humano, a máquina mais perfeita do universo;

- Sim, para certeza que ultrapassaremos as mais horripilantes imaginações desumanas que possamos imaginar, e concluiremos nossa insanidade com simples dizer:

“Os benefícios justificam os poucos milhões de vidas perdidas e, outros milhões mutilados, outros tantos deformados; números aceitáveis na insanidade desenfreada e, desumana dos que venderam suas almas a Lúcifer em troca do absurdo”.

- Estou pronto, por favor, pelo menos isso, façam certo!

Calado mas não supresso o contra-almirante escuta calmamente as palavras do coronel, com ironia deixa transparecer que se importa com o condenado.

Alm. - Coronel, coronel, precisa convir que nossa mãe pátria, seja digna de qualquer sacrifício de nossa parte;

- Entendo, compreendo e, aceito qualquer tipo de critica vinda do coronel;

- Pois sei que busca o melhor para nossa mãe pátria; indiscutível sua conduta e, sua bravura;

- Caso o coronel reconsidera suas declarações tem minha palavra, o mal entendido será esquecido.

- O coronel apoia o nosso projeto, e de contra partida apoiaremos o seu; nossa pátria mãe feliz; qual será sua resposta coronel?

Audacioso, confiante no seu veto o coronel deixa claro a todos os presentes seus objetivos.

Cel. - O tempo de sacrifícios de vidas humanas morreu na era glacial com os Deuses;

- Nossa mãe pátria não nos impõe sacrifícios desumanos.

- Concordo de nossas vidas por nossa mãe pátria; mutação genética não nos levará a lugar algum.

- Entenda contra-almirante; tudo que daremos a mãe pátria manipulando a genética,

- Serão milhões de cadáver e, espalharemos epidemias quais nós não teremos como controlá-las.

- Como resposta a sua proposta, retiro minhas declarações desde que o contra-almirante autorize que o projeto seja revisado por uma equipe de cientistas neutros ao seu comando, sem a sua interferência;

- Contra-Almirante, o senhor tem minha palavra de que o projeto retornara ao seu comando quando houver a mínima possibilidade de êxito com segurança;

- O senhor deve entender que tanto no controle de doenças que possam vir a surgir, quanto na segurança das cobaias é preciso mudar radicalmente o rumo de como esta sendo conduzidas suas pesquisas;

- Não somos assassinos sanguinários, concordamos contra-almirante?

Contra-Almirante irrequieto sobre olhares de outras estrelas que brilham na sua direção, e contrarias a sua atitude de condenar um coronel ao fuzilamento;

Inteligentemente escolhe a dedo as palavras, confiante, orgulhoso por ter a confiança dos poderosos da mãe pátria enche o peito e fala.

Alm. - Além de mim diversos cientistas graduados, competentes, e capazes de levar o projeto a frente com toda segurança no controle das doenças,

- Infelizmente quanto às cobaias, alguns sacrifícios serão necessários até o projeto final; garanto-lhe que serão poucas!

Coronel ciente de suas obrigações com a mãe pátria afirma convicto ao contra-almirante.

Cel. - Infelizmente não pode, e eu o alerto para os detritos jogados na fonte de água da vila de pescadores,

- O senhor tem que convir que o acontecido contrarie sua afirmação;

- Outras epidemias estão próximas e se sucederam num ciclo sem fim;

- Rogo por sua compreensão, seja coerente, mentes sãs darão continuidade ao seu projeto, tem minha palavra!

Contra-Almirante decidido encerra a discussão.

Alm. - Lamento coronel, não havendo acordo, a mãe pátria agradece por sua bravura nos campos de batalha; que Deus cuide de sua alma!

Ordem de execução é dada pelo contra-almirante; aos soldados na formação, segundos agonizantes antes dos disparos de fuzis, bang, bang, bang, silencio desaprovador ao ver as marcas centímetros do condenado;

O contra-almirante perplexo cerra o semblante acusando-os de errarem propositalmente, e toma pra si fuzil do saldado próximo;

Mira com calma olhando pela ultima vez nos olhos do coronel e bang, bang;

Olhar perplexos e com as costas da mão enxuga o suor frio da testa;

Olhos esbugalhados ao ver o coronel em pé sorrindo a sua frente, engolindo a seco as palavras do condenado.

Cel. - Contra-Almirante o senhor me parece assustado com simples tecnologia com a qual se ganha batalhas e, se conquista impérios, e não com estupidez genética; isso só nos levará a criar animais incontroláveis, quais com certeza se voltaram contra nós;

- Desculpe-me contra-almirante, mas eu preciso ir, e com sua permissão levo meus regimentos sob a bandeira da paz; ou esse lugar irá pelos ares;

- Não que seja uma má ideia pará-los aqui, se não fosse pelo detalhe de que sacrificaríamos milhares de vidas inocentes por nada.

O contra-almirante se refazendo da supressa vê helicóptero paira no ar, e descer uma escada de corda resgatando o condenado;

Não conformado com a situação ordena a torre abrir fogo.

Na torre três soldados, dois com lançadores de mísseis, um na metralhadora;

A ordem é dada, míssil de peque alcance cábuuum contra o helicóptero,

Silêncio paira na poeira que os impede ver o helicóptero,

O contra-almirante confiante aguarda o baixar da nuvem;

Incrédulo ao ver helicóptero intacto, e não satisfeito sinaliza para o soldado da metralhadora, Tchibum chocando-se com a blindagem do helicóptero e ricocheteando até descarregar sem causar arranhão.

Do helicóptero o coronel exibe pequeno detonador entre seus dedos firmes, e do apertar do botão a torre explode;

Por segundos os dois se olham, o contra-almirante silenciado traz estampado no semblante como se exclamasse; “Poderia ter sido só blefe, tinha que saber”.

Desorientado ouve as frias palavras do coronel no alto-falante.

Cel. - Nos veremos em breve, no dia do seu fracasso estarei a ordenar sua execução, tenho sua permissão para ir em paz com os meus soldados?

Simples cair da cabeça do contra-almirante autorizando que seja aberto o portão, o coronel com suas tropas deixa o local fortemente armados, tanques, helicópteros se esvaem diante do olhar embaraçado do contra-almirante.

Ainda não convencido e, acreditando na sua credibilidade com o comando geral informa a situação ocorrida, e solicita permissão de envio de tropas na captura do coronel condenado.

Minutos depois recebe com copia a ele ordem do comando geral contraria e desastrosa;

A ordem da mãe pátria lhe ordena que se dirija ao coronel segundo no comando e, suborne-se a ele.

Ao levantar dos olhos diante si o coronel com o original em mãos;

Cabisbaixo o contra-almirante passa-lhe o comando,

Decepcionado ouve o decreto final do comando geral transmitida pelo coronel com satisfação, com voz firme e alta para todos os presentes ouvirem.

Cel. - Continuara no comando do projeto; prazo fixado pelo comando geral, três meses, caso não haja resultados convincentes, será transferido.

- Encontre milagre; progresso é para nação em crescimento.

- Experienciais só contam resultados definitivos com êxito.

Ainda não entendendo sua situação o contra-almirante acredita gozar de algum privilégio com o comando geral, e se dirige ao coronel cobrando que o coronel condenado seja considerado fugitivo e traidor da mãe pátria.

Alm. - Certo de que intervirá com o comando geral referente ao condenado?

Ao concluir suas palavras, constrangido diante do riso incontrolável do coronel que sempre se mostrara serio diante de situações engraçadas.

Cel. - Desculpe-me contra-almirante, não considere como desacato a sua pessoa e muito menos a sua patente;

- Por favor, diga-me com sinceridade, por algum momento acreditou mesmo que o comando geral em sã consciência lhe delegaria poder de executar um coronel; desculpe-me novamente;

- Enganou-se; o coronel vetando veementemente o seu projeto fora desafiado a deixar a base sem baixas;

- O projeto do coronel teve êxito com resultados extraordinários, e fabricação de grande escala com inicio imediato.

Não conformado ou não ouvira corretamente as palavras do coronel, o contra-almirante insiste em sua insanidade.

Alm. - Houve três baixas; a eles eu darei enterro de heróis!

Sufocando o riso o coronel deixa-lhe claro sua posição.

Cel. - Soldados subordinados ao coronel; equipamentos especiais; pousaram no solo sem ferimentos, recolhidos, seguiram com o coronel; sem baixas!

Contra-Almirante pasmo não quer acreditar.

Alm. - Tudo não passou de uma armação?

Sorridente tripudia no fracasso do contra-almirante.

Cel. - Quando houver discrepância entre dois oficiais, as leis são claras:

“o vetor tem por obrigação provar sua tese; assim provada; o vetado tem por direito provar a sua tese”;

- Cabe agora ao senhor contra-almirante, no prazo determinado provar que não gastou o dinheiro suado da mãe pátria em vãs promessas!

Jogado aos lobos, o contra-almirante perplexo quase de joelhos implora por um milagre que não demora muito a acontecer em forma de praga que se espalharia nos sete continentes.

O holocausto começa no meado de agosto, inverno congelante; após escavação frustrada de certa empresa petrolífera um rio de larva incandescente jorra a vários metros do solo formando um chafariz incandescente;

Expelido da larva uma bola preta, dimensão próxima a uma bola de futebol de salão.

Fato curioso chama atenção dos presentes, ela movia-se em circulo; minutos depois se abre e dela surge um animal de aparência roedor, traços humanos; a crosta que o protegia se funde com o corpo revelando pelos.

Incrédulos, negando-se acreditar que aquela temperatura alguma forma de vida pudesse sobreviver;

Depois de horas de procura não encontrada explicações lógicas, os técnicos admitem que estejam diante de uma espécie de vida desconhecida.

O chefe incumbe-se de levar animal ao laboratório próximo;

No laboratório, depois dos testes, vários oficiais militares surgem do nada confiscando o animal;

Silencio severo imposto aos meios de comunicação.

Conforme documentos; as noticias chegam a várias capitais dos sete continentes informando a descoberta do século;

Cientistas reunidos na base chegam ao consenso de que estavam diante da revolução genética humana.

O contra-almirante Alcides com a descoberta fora promovido a vice-almirante, e se oferecendo como cobaia nos testes finais;

O capitão-de-coverta Deodoro que sempre discordara do sonho do irmão de ser Deus também fora designado como cobaia.

Os manuscritos afirmam que o capitão-de-coverta fora preso depois de acirrada discussão com o vice-almirante que o impõe e ao mesmo revela sua psicopatia de infância.

Alcides - Não pode simplesmente se negar a contribuir com a mãe pátria!

Negando-se veemente a passar pelas experiências.

Deodoro - Hipótese alguma me fará deixar-me de doar minha vida pela mãe pátria;

- Nunca, em hipótese alguma me sujeitarei as suas loucuras em nome da mãe pátria;

- Diga pelo menos uma vez a verdade, o que você teve haver com a morte de nossos pais?

Sorridente admite sua culpa.

Alcides - Saiba que na minha adolescência eu já era um grande cientista!

Deodoro - Quis dizer que já era louco; lembro-me de suas desastrosas experiências, que levaram a morte vários animais de estimações dos nossos amigos; algo mais que minha mente se recuse a acreditar?

Alcides - Essa mesma formula que hoje será aperfeiçoada; afirmo-te que tenho certeza absoluta que trará só grandes benefícios a humanidade e sem o menor risco de reações adversas.

- Aos meus quinze anos eu comecei a desenvolvê-la, claro que precisava testá-la, afinal tinha certeza de suas vantagens para a humanidade.

Pasmo o indaga.

Deodoro - Vou arriscar quem foram suas cobaias; nossos pais, afinal eles te colocaram no mundo!

Como grande feito Alcides assume a responsabilidade pela morte dos pais.

Alcides - Papai, ele reagiu bem no inicio, mamãe era mais fraca!

Deodoro - Esta a me confessar que os matou, assim sem culpa, e tudo em nome da ciência!

Alcides - Mamãe vivia doente, minha droga ajudou a se curar de sua doença,

- Houve complicações e ela morreu; papai após o acidente como você mesmo presenciou seus ferimentos graves cicatrizavam rapidamente; um infarto do miocárdio o matou!

Deodoro - Com certeza não estava ainda feliz com o resultado, e simplesmente aplicou-lhe uma dose maior!

Alcides - Você entrou quando eu estava retirando a seringa do braço dele;

- Lutamos muito, você sempre foi mais forte do que eu, mas sempre foi meu irmão, eu o convenci que era melhor para o papai;

- Ele ficava a cada dia melhor, e não havia como saber que a droga o levaria ao infarto;

- Hoje tenho como controlar qualquer reação adversa que venha ocorrer, confie outra vez em mim, por favor, meu irmão?

Deodoro - Outras cobaias existem além do papai e da mamãe?

Alcides - Eu e você!

Pasmo com a revelação ouve o relato do irmão.

Alcides – Nós somos os progenitores da droga, nós fomos e somos a incubadora até hoje,

- À noite enquanto dormias recebias pequenas doses; a cada dia ficavas mais inteligente, ágil, forte, veloz; eu via sua expressão de satisfação exibindo seus potenciais para as gatinhas; negue se for capaz!

- Não me olhe assim, louco não, cientista que modificou a genética humana para melhor,

- Agora temos a chance de dar ao mundo pessoas capazes de mergulhar a grandes profundidades jamais conquistadas e sem precisar desses equipamentos fajutos inventados pelo homem;

- Respiraremos como peixes nas profundezas dos oceanos e rios; magnífico não;

- Os pobres infelizes das minas de carvão terão vida normal;

- Nossos astronautas desbravaram o universo com segurança; melhores atletas; por que não a vida eterna.

Desvairado no seu deliro é interrompido pelo  irmão.

Deodoro - Tiana?

Ciente que um dia teria que explicar ao irmão a morte de Sebastiana.

Alcides - Linda mulher, esposa perfeita, tinha que ser igual a nós,

- Ela te daria lindos filhos; infelizmente algo deu errado, graças a ela nos salvamos;

- No leito de morte gerou o antivírus que nos devolveu a vida!

- Respire, e me deixe explicar; no decorrer das aplicações desenvolvemos um vírus que nos mataria aos poucos,

- Vírus mil vezes pior que a leucemia; na verdade o feto que seria teu filho gerou-nos a salvação tirando a vida da mãe por contaminação ao filtrar o vírus no seu sangue pelo cordão umbilical.

Não acredita no que acabara de ouvir.

Deodoro - Em outras palavras matou minha esposa e meu filho para nos salvar;

- Melhor dizendo, em nome da ciência, um grande cientista não pode morrer antes de ser condecorado com milhões de mortos!

Não se sentido afetado pelas palavras áspera do irmão.

Alcides - Admito que contra minha vontade algumas vítimas fossem necessárias!

Com os olhos esbugalhados, gotejando sangue, dominado pelos soldados, e preso por ordem do irmão.

Tempo depois, vídeos de péssima qualidade chegam às mãos dos meios de comunicação de vários países ao mesmo tempo;

Abismados com o conteúdo procuraram autoridades locais, ao tomarem conhecimentos do conteúdo às autoridades confiscam sob a alegação de sigilo militar, impondo silencio aos meios de comunicação.

Os meios de comunicação mesmo sobre pressão militar negam qualquer tipo de transcrição ou reprodução dos mesmos;

Porém muitos ludibriaram as autoridades partindo na busca da verdade.

 Certo grupo obteve uma copia, e após investigações encontram documentos revelando projeto militar desastroso.

Grupo formado por cientistas de laboratórios conceituados passam a viver parte de suas vidas na clandestinidade, e buscam os efeitos genéticos causados aos seres humanos.

Após muitas investigações sobre prováveis descentes das cobaias usadas nas experiências o grupo depara-se com as consequências desastrosas do projeto.

Os vídeos transcreviam a rotina do laboratório, passo a passo da formula, baseada no animal, que geneticamente tornaria seres humanos ágeis, fortes; cobaias capazes de sobreviver a uma explosão atômica de peque porte.

Referente o animal saído do chafariz de larva; cientistas percebem que a crosta além de proteger animal gerava oxigênio para sua sobrevivência por vários dias, capacitando-o a sobreviver em qualquer parte do universo com mínimo de oxigênio. Perfeito laboratório dentro de pequena bola;

Angustiados os cientistas se perguntam: “porque o ser humano não pode alcançar esse estagio, já que a espécie estava em suas mãos, mentes inteligentes, unificadas, criariam a fórmula perfeita”

Partindo desse conceito cada grupo esperava conseguir seus objetivos com a fórmula;

* as forças armadas, soldado perfeito, agressivo capaz de guerrear e destruir seus inimigos sem dó e sem piedade;

* grupo espacial, astronauta capaz de sobreviver em qualquer planeta;

* empresários, magnatas, o trabalhador perfeito; um pouco mais de dinheiro por que não a imortalidade saudável;

 Os cientistas não tinham como simplesmente pegar o DNA do ser humano e substituir pelo do animal.

Um dos maiores empecilho era o sangue do animal composto de sangue “O” negativo contendo grande concentração de enxofre altamente letal ao ser humano.

Testes incansáveis para tornar o DNA do animal compatível com o DNA do ser humano, e garantir benefícios;

Frustrados, ou com insignificantes resultados chegam ao composto do DNA do animal com o DNA do réptil inoculando no ser humano.

Mutações genéticas agradam militares; mesmo não tendo o soldado perfeito conseguiram cobaias para linhas de frente;

Êxito compensador com os investimentos criado exército de mercenários saqueadores recuperam quantias investidas no projeto multiplicadas várias vezes, roubadas de países vizinhos.

Empresários, magnatas, com resultados insignificantes recuperam seus investimentos com produtos que prometiam milagres revolucionários na indústria farmacêutica, e anos depois considerados pelas organizações esportivas como doping.

 Grupo espacial, pouco foi o avanço em termos genético, pouco também foi o aumento da resistência humana;

O principal benefício veio com cápsulas alimentares extraída do soro do sangue do animal acrescida de sabores.

Relatórios afirmam que uma cápsula continha mais nutriente do que uma refeição com todas as calorias necessárias por um dia a um ser humano adulto;

Além de eliminar a necessidade de água para menos da metade e diminuir a necessidade de oxigênio em vinte por cento,

Um ser humano exposto a uma temperatura de quarenta °C; precisa dois litros de água diários para repor perda; com a cápsula pouco mais de meio litro de água.

Um vídeo com imagens e áudio de péssima qualidade pouco pode ser aproveitado;

Tradutores traduzem o diálogo ofuscando o orador principal,

A origem da língua não identificada, imagens contorcidas escondem rostos.

Os diálogos da reunião apresentam o projeto aos investidores;

Segundos os manuscritos orador era o vice-almirante Alcides que orgulhoso discursava.

- Como a mente humana poderia determinar diante obvio que a uma temperatura de mil e oitocentos °C, uma forma de vida pudesse sair intacta, respirando e andando?

- Animal, composto de sangue humano e enxofre, células humanas espalhadas por seu organismo nos tornando parentes, porque não primos ou irmãos?

- Diante de nossos olhos a magia da vida jamais conhecida ou imaginada.

- Patas traseiras ou pés humanos, patas dianteira ou mãos humanas com unhas de diamantes que cortam qualquer objeto conhecidos por nós, do ferro ao aço mais resistente sem o menor esforço.

- Isso nada diz; lesá-lo-ei minúsculo pedaço de orelha pontuda e assistam o milagre da regeneração; simplesmente magnífico;

- Qual cientista poderia atestar que essa orelha há alguns minutos atrás fora cortada.

- Nada disso nos da ideia de dimensão do que está a nossa frente;

- A resistência de se adaptar a qualquer ambiente; uma couraça surge ainda não sabemos como ele gera essa maravilha que o envolve,

- Resistente ao calor e a baixíssima temperatura, simplesmente magnífica e inacreditável;

- O inexplicável, e mais excitante, como a couraça consegue do nada para nossos olhos, produzir oxigênio,

- E de alguma forma alimento por diversos dias; quem sabe por anos,

- Afinal não podemos atestar quanto tempo ele viveu dentro do rio de larva;

- E se havia com ele algum estoque de comida, estava bem tostada.

- Imagine agora, se nós, simples mortais conseguirmos desenvolver fórmula baseada no DNA dessa magnífica espécie,

- E passar sua genética para nós seres humanos com todos seus benefícios; imaginaram, seriamos imortais e invencíveis;

- Para não tomar mais seus preciosos tempos, pergunto a vossas ilustres magnitudes:

- Querem ou não a fórmula da juventude ou porque não a imortalidade?

- Além disso, humanos capazes de adaptarem-se a qualquer parte da terra, minas, profundezas oceânicas, ou planeta que imaginarmos.

- Nós perguntamos a vossas magnitudes; nós deveremos criar a fórmula da perfeição?

Como resposta diversos contratos assinados com siglas preenchidas a mão garante o inicio do holocausto.

 Resultados insignificantes que recuperaram investimentos;

Drogas injetadas no mercado; e o lixo dos resíduos das drogas escoadas no mercado negro,

Riscos não calculados e escondidos a sete chaves pelos cientistas organizadores do projeto;

Cobaias feitas por encomenda aos militares com efeitos colaterais devastadores;

Com o tempo o sangue apresentava grande concentração de enxofre deteriorando os órgãos vitais, e condenando as cobaias ao um curto tempo de vida.

Aumento da agressividade, mutação genética tornavam-se visíveis;

As cobaias que conseguiam de alguma forma sobreviver mais tempo praticamente se transformavam em repteis;

* Uns sofriam mutação na coluna vertebral substituída por uma carapaça, e deformações no rosto deixando-os com aparência de tartaruga;

* Alguns com mutações genéticas na boca, e com aparecia de serpente, ganhando presas peçonhentas, e língua afinada.

* Outras mutações não admitidas pelos cientistas, talvez por falta de conhecimentos, ou por falta de equipamentos para exames;

Psicocinesia, considerada na época como alucinações capazes de criar campo magnético de pequeno porte;

* na época o estudo de energia elétrica no corpo humano era desconhecido, e eles acreditavam que o ser humano a partir da loucura fosse capaz de gerar energia elétrica no seu corpo, e com ela mover objetos a certa distancia.

Drogas usadas no controle das cobaias se tornaram ineficientes, tanto no sentido de evitar mutação genética generalizada, como no controle de obediência;

 

Holocausto não demora acontecer; despercebido dos cientistas as cobaias ganham forças descomunais, inteligência acima do comum, tornando-se independentes, e ludibriam militares sumindo na fase da terra.

Militares ordenam extermínio das cobaias numa perseguições desastrosas, inexperiências, despreparo dos saldados na caçada, torturam, e matam civis inocentes preenchendo vazio deixado pelas cobaias;

A cúpula conformando-se com fracasso usam civis mortos apresentando-os como cobaias.


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